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    Rádio Fraiburgo 95.1
Cláudia Fernanda Tavares
Justiça

STF reconhece como irregular a prisão preventiva de Cláudia Fernanda Tavares, condenada a mais de 20 anos de prisão por matar e jogar o corpo do marido no freezer em Lacerdópolis, no Meio-Oeste de Santa Catarina. STF reconhece falha na prisão da mulher que matou e jogou marido no freezer em SC STF reconhece falha na prisão da mulher que matou e jogou marido no freezer em SC Foto: Luan Turcati/NDTV Record/ND O STF (Supremo Tribunal Federal) reconheceu que foi irregular a prisão preventiva de Cláudia Fernanda Tavares, condenada a mais de 20 anos de prisão por matar e jogar o corpo do marido no freezer em Lacerdópolis, no Meio-Oeste de Santa Catarina. A decisão foi proferida pelo ministro André Mendonça e aponta que não estavam presentes os requisitos legais para mantê-la presa antes do julgamento pelo Tribunal do Júri. Cláudia foi denunciada pelo Ministério Público pelos seguintes crimes: homicídio duplamente qualificado, ocultação de cadáver e falsidade ideológica. STF reconhece falha na prisão da mulher que matou e jogou marido no freezer em SC STF reconhece falha na prisão da mulher que matou e jogou marido no freezer em SC Foto: Luan Turcati/NDTV Record/ND O STF (Supremo Tribunal Federal) reconheceu que foi irregular a prisão preventiva de Cláudia Fernanda Tavares, condenada a mais de 20 anos de prisão por matar e jogar o corpo do marido no freezer em Lacerdópolis, no Meio-Oeste de Santa Catarina. A decisão foi proferida pelo ministro André Mendonça e aponta que não estavam presentes os requisitos legais para mantê-la presa antes do julgamento pelo Tribunal do Júri. Cláudia foi denunciada pelo Ministério Público pelos seguintes crimes: homicídio duplamente qualificado, ocultação de cadáver e falsidade ideológica. O que o STF decidiu Na decisão, o ministro André Mendonça afirmou que a prisão preventiva decretada durante a tramitação do processo não atendia às exigências legais previstas no Código de Processo Penal. Para o STF, não ficou demonstrada a necessidade da medida extrema naquele momento, o que garante a Cláudia o direito de aguardar o julgamento em liberdade, embora, no caso concreto, isso não gere efeito prático imediato. Apesar do reconhecimento da falha na prisão preventiva, Cláudia permanece presa porque já foi condenada pelo Tribunal do Júri. O entendimento do STF se limita ao período anterior ao julgamento e não anula a sentença nem resulta, neste momento, em soltura. O julgamento do recurso de apelação está previsto para fevereiro de 2026 e pode levar a um novo júri. Cláudia Tavares foi condenada em agosto de 2025 a 20 anos e 24 dias de prisão, em regime inicial fechado, por matar o marido, Valdemir Hoeckler, e ocultar o corpo em um freezer. O crime ocorreu em novembro de 2022, no município de Lacerdópolis, no Meio-Oeste catarinense. O julgamento aconteceu após dois dias de sessão no plenário da Câmara de Vereadores de Capinzal. Os jurados acolheram integralmente as teses do Ministério Público de Santa Catarina e reconheceram homicídio duplamente qualificado, além dos crimes de ocultação de cadáver e falsidade ideológica.

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