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RECICLAGEM ESPECIAL- Empresária Fraiburguense fala sobre arrecadação de embalagens de remédios usadas

Você acabou de melhorar daquela gripe chata. Precisou tomar um medicamento (prescrito pelo médico, lógico!), mas o que fazer com a embalagem vazia? Jogar no lixo? Não!

A solução é simples: se a cartela tiver comprimidos, ela deve ser entregue nas farmácias. Se não tiver, você pode destinar para Lorene Piazzon Tagliari oficial do cartório de registro civil de Fraiburgo idealizadora de uma campanha que visa o recolhimento deste tipo de material inservível. Essas embalagens são chamadas de primárias, pois ficam em contato com os fármacos.

 

São cartelas (blisters), bisnagas, frascos, potes, entre outros. Quando ainda tiverem remédios, estejam vencidos ou não, devem ser levados até um ponto de entrega voluntária (PEV), presente em uma farmácia. Hoje, a maior parte delas já dispõe de coletores para qualquer tipo de medicamento. As embalagens secundárias, geralmente caixas de papelão, podem ser enviadas diretamente para a reciclagem, junto com a bula. De jeito nenhum, mesmo, descarte remédios no vaso sanitário, na pia ou envie para a coleta comum. Todas essas formas poluem o ar, o solo, os rios e os lençóis freáticos em algum grau.

Segundo Lorene, este ano a campanha arrecadou aproximadamente o equivalente a cinco caixas de papelão cheias de embalagens.

Uma produção do Departamento de Jornalismo da Rádio Fraiburgo FM

Reportagens: Genauro Stefanski/Flávio Furtado/Rodrigo Mattos/Alan Moreira 

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