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Maçãs catarinenses recebem reconhecimento na Alesc

Na Assembleia Legislativa do Estado de Santa Catarina, o deputado Lucas Neves (Podemos) trouxe à luz a importância econômica das maçãs cultivadas em Santa Catarina. Em seu pronunciamento na Alesc, o representante não apenas ressaltou a qualidade reconhecida mundialmente desses frutos, mas também realçou seu impacto no desenvolvimento regional.

“Estamos celebrando a abertura da safra, motivo de grande orgulho para nós. Quero expressar todo o meu respeito aos produtores de maçã, não só de São Joaquim, mas também do Meio-Oeste e Fraiburgo. Precisamos valorizar nossos fruticultores, pois não há nada comparável no mundo”, afirmou.

Conforme dados da Associação Brasileira de Produtores de Maçã (ABPM), quase metade da produção nacional da fruta é concentrada nas regiões de São Joaquim e Fraiburgo, gerando um impacto econômico substancial para o estado. Com uma produção bruta avaliada em R$ 570 milhões, a cadeia produtiva e comercial da maçã contribui com mais de R$ 2,5 bilhões anuais para a economia catarinense, incluindo serviços essenciais de armazenamento, distribuição e comercialização em mercados atacadistas e varejistas. Por isso, o parlamentar ressaltou a necessidade de investimentos do Estado em infraestrutura, “especialmente nas estradas que conectam as comunidades rurais”.

Um dos pontos cruciais destacados pelo deputado foi a notável conquista de Santa Catarina em ser a única região do mundo a erradicar a Cydia pomonella, também conhecida como traça da maçã, há quase uma década. Esta realização não apenas protege a produção local, mas também sustenta os ganhos dos produtores rurais da região. “Essa aqui (mostra maçã) não tem sabor igual em lugar algum do mundo. E é catarinense, que orgulho”, valorizou.

Em 2023, o Brasil exportou mais de US$ 30 milhões em maçãs, totalizando cerca de 36 mil toneladas.

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