Na segunda-feira (9), o presidente Luiz Inácio Lula da Silva relatou desconforto à equipe médica durante a tarde, o que resultou em alterações na sua agenda oficial. As atividades foram encerradas às 17h30, após uma reunião com os presidentes da Câmara, Arthur Lira, e do Senado, Rodrigo Pacheco.
Por volta das 18h, o presidente foi levado ao Hospital Sírio-Libanês, em Brasília, onde realizou um exame de imagem da cabeça. O diagnóstico apontou um aumento na quantidade de líquido intracraniano, uma condição que estava sendo monitorada desde a queda sofrida por Lula em 19 de outubro, enquanto utilizava um banquinho para cortar as unhas dos pés no Palácio da Alvorada, as informações são do portal G1.
Diante da necessidade de intervenção, Lula embarcou para São Paulo por volta das 22h para realizar uma cirurgia de drenagem do líquido no Hospital Sírio-Libanês da capital paulista. Segundo a equipe médica e auxiliares, essa possibilidade já havia sido considerada desde o acidente, sendo necessária caso o aumento do líquido intracraniano fosse constatado.
A primeira-dama, Janja Lula da Silva, acompanha o presidente no hospital em São Paulo. A Presidência ainda não divulgou detalhes sobre o estado de saúde de Lula após a cirurgia, mas a equipe segue monitorando a recuperação.
O incidente reacendeu discussões sobre cuidados com a saúde no cotidiano e reforçou a importância de atenção a quedas domésticas, especialmente em pessoas com mais de 70 anos, faixa etária do presidente.


