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GAECO cumpriu 24 mandados de prisão, cerca de 50 de busca e apreensão

Na manhã desta sexta-feira (14), o Grupo de Atuação Especial de Combate às Organizações Criminosas (GAECO) de Santa Catarina, em uma ação conjunta com o GAECO do Rio Grande do Sul, realizaram uma operação contra o crime organizado. Foram cumpridos 24 mandados de prisão, cerca de 50 de busca e apreensão, sendo que três mandados de prisão preventiva e quatro mandados de busca e apreensão nas cidades de Balneário Camboriú e Bento Gonçalves, no Rio Grande do Sul foram realizados pelo GAECO catarinense.
Além disso, o poder Judiciário determinou o sequestro de bens, incluindo veículos, e o bloqueio de contas bancárias de doze alvos sob investigação. No cumprimento de dois dos mandados de prisão, um na cidade de Balneário Camboriú e outro em Banto Gonçalves, o GAECO obteve êxito na localização e prisão também na apreensão de bens que supostamente são resultantes cometimento dos ilícitos daqueles que integram a organização criminosa investigada.
Essas ações são parte da Operação Contas Abertas, deflagrada hoje pelo GAECO do Rio Grande do Sul, que investiga a existência de uma organização criminosa. Essa organização é suspeita de envolvimento em uma série de atividades criminosas, incluindo tráfico de entorpecentes, lavagem de dinheiro, comércio ilegal de armas de fogo de calibres restritos e de uso exclusivo das forças armadas, tanto fora quanto dentro do sistema prisional.
Após uma longa investigação, foi possível identificar quase todos os membros da alta cúpula deste grupo criminoso organizado. Trata-se de uma organização violenta e armada, com uma hierarquia clara, funções e tarefas bem definidas para seus integrantes. A principal atividade é o tráfico de drogas, além da lavagem do dinheiro obtido ilegalmente e a manutenção dos pontos de venda de drogas, garantida pela força e violência proporcionadas pelo uso e comércio de armas de fogo de diversos calibres, algumas delas de uso militar.
Essa é a terceira ação do GAECO, nessa semana. Na terça-feira (11), o Gaeco e GEAC deflagraram a operação “Arquivo Morto” e na quinta-feira (13), realizaram a Operação Balthus para investigar advogados que facilitam a comunicação entre detentos.
Por  MPSC

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