Investir em um sistema de energia solar pode resultar em uma economia significativa para as famílias brasileiras. De acordo com um levantamento realizado pela Solfácil, ecossistema especializado em soluções solares, a economia pode chegar a R$50 mil em até 10 anos.
A pesquisa simulou o financiamento de um sistema solar em 60 parcelas de R$675, correspondente a um período de cinco anos. Os dados indicam que, enquanto uma família que permanece no modelo convencional de fornecimento elétrico gastaria aproximadamente R$600 mil ao longo de 30 anos, uma residência equipada com painéis solares teria um custo total de cerca de R$180 mil no mesmo intervalo. Esse valor já inclui os gastos com manutenção e o financiamento.
Impacto da Tarifa TUSD Fio B
O estudo também considerou a tarifa TUSD Fio B, aplicada sobre os créditos de energia consumidos. Desde 2023, os usuários de sistemas solares passaram a pagar parcialmente essa tarifa, e a previsão é que a cobrança seja integral a partir de 2029, de acordo com regras que ainda estão em discussão.
Outro fator relevante incorporado na análise é a simultaneidade de consumo, calculada em 30%. Isso significa que apenas uma parte da energia gerada pelos painéis é consumida imediatamente, enquanto o restante é enviado à rede para uso futuro.
Energia Solar: Economia e Sustentabilidade
Com a adoção do sistema solar, o custo da energia elétrica pode ser reduzido a um terço do que é pago no modelo tradicional. Esse dado é especialmente relevante em um cenário de inflação contínua e aumento das tarifas de energia.
“Ao manter a conta de luz, você terá a certeza de que vai pagar para sempre a despesa de energia com uma inflação energética superior à média da inflação dos últimos 10 anos. Já o investimento em energia solar tem data para acabar”, afirma Fabio Carrara, CEO da Solfácil.
O estudo reforça a importância de considerar soluções sustentáveis e economicamente vantajosas para enfrentar os desafios do futuro. Além dos benefícios financeiros, investir em energia solar também contribui para a redução de impactos ambientais e a transição para uma matriz energética mais limpa.
Com informações Oeste Mais


