Compras de Natal – Veja os cuidados e orientações com o IMETRO-SC

O fim de ano pode trazer boas oportunidades de compra, mas também ciladas para os consumidores. Geralmente distraídos pela lista de pendências a resolver e por preços muito atraentes, muitos clientes deixam de conferir a procedência dos produtos.

 

A compra de um brinquedo sem o selo do Inmetro, por exemplo, pode dar uma grande dor de cabeça aos pais e levar perigo aos filhos.

O presidente do IMETRO-SC (Instituto de Metrologia de Santa Catarina), Rudinei Floriano, alerta sobre o perigo de comprar produtos sem nota e de origem duvidosa.

“Não compre esse tipo de produto, o barato pode sair caro. Em primeiro lugar: por não respeitarem as regras do Inmetro, podem causar sérios danos às crianças – como queimaduras e outros. Assim, é fundamental só adquirir brinquedos com o Selo de Qualidade do Inmetro, respeitando a idade indicativa do brinquedo e solicitando a nota fiscal, pois, sem a nota, caso haja qualquer problema, será muito difícil encontrar o fornecedor e solicitar uma indenização”, recomenda ele.

No caso de bicicletas infantis, além dessas informações, observa-se a altura máxima do selim (assento), a presença de mensagens de alerta sobre riscos decorrentes do seu uso e a forma de evitá-los, além de detalhes sobre resistência mecânica, estabilidade e o sistema de freio.

Outro ponto importante é a frase de advertência “Não utilizar na via pública sem a supervisão de um adulto”, que deve constar de forma visível e legível na embalagem.

“A presença do Selo de Avaliação da Conformidade evidencia que os produtos passaram por ensaios químicos e mecânicos em laboratório e que atendem aos padrões de segurança, saúde e proteção ao meio ambiente. No entanto, a legislação envolve não só o Selo do Inmetro, mas uma série de regras cujo objetivo é garantir a segurança e a preservação da vida humana no momento da utilização do produto”, observa Floriano.

Fiscalização nos postos de combustíveis

Diante dos frequentes reajustes no preço da gasolina, além de pagar mais caro pelo combustível, o motoristas ainda pode estar sujeito a um outro problema: receber menos do que paga, mesmo com a bomba marcando a quantidade certa do litro comprado.

Trata-se de uma irregularidade chamada de “bomba baixa”, que, normalmente, só é detectada em fiscalizações de órgãos como o Procon, por exemplo. A “bomba-baixa” só pode ser considerada intencional quando há laudo técnico emitido por órgãos como o Ipem, Inmetro ou Polícia Civil, por exemplo.

O Imetro-SC tem feito operações de fiscalização por todas as regiões do Estado para coibir este tipo de ação contra o consumidor.

 

Créditos (Fonte/Foto): Imetro SC

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