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    Rádio Fraiburgo 95.1

Megaoperação contra o crime em cidades de SC apreende dinheiro ‘vivo’ e joias

Reprodução/MPSC/Divulgação/ND Mais

Uma grande ofensiva contra o crime organizado foi deflagrada na manhã desta quarta-feira (17) no Norte catarinense. Foram cumpridos 18 mandados de busca e apreensão e quatro mandados de prisão em Joinville, Jaraguá do Sul, Schroeder e São Francisco do Sul.

Batizada de Operação “Artérias”, a ação foi coordenada pelo Gaeco (Grupo de Atuação Especial de Combate às Organizações Criminosas), do MPSC (Ministério Público de Santa Catarina), com foco em enfraquecer a estrutura de uma organização criminosa que atua na região.

Durante o cumprimento das ordens judiciais, duas pessoas foram presas em flagrante, uma por posse ilegal de arma de fogo e outra por envolvimento com drogas e munições.

Megaoperação em quatro cidades de SC

As diligências envolveram uma força-tarefa com mais de 100 agentes. Participaram da operação integrantes do Gaeco, policiais militares, civis e penais, além do Corpo de Bombeiros Militar, que atuou para garantir a segurança das equipes.

A megaoperação também contou com apoio aéreo, com o uso de um helicóptero do Batalhão de Aviação da Polícia Militar, ampliando o alcance e a agilidade das ações.

Bloqueio de bens e combate à lavagem de dinheiro

Além das prisões, a Operação Artérias teve como foco atingir o núcleo financeiro da organização criminosa. Foram determinadas medidas para apreensão de veículos e bloqueio de bens e valores ligados à lavagem de dinheiro, prática utilizada para ocultar recursos obtidos de forma ilícita.

As investigações apontam o uso de pessoas interpostas, conhecidas como “laranjas”, para esconder o patrimônio e dificultar o rastreamento do dinheiro pelas autoridades.

Drogas, armas e estrutura criminosa

O trabalho investigativo revelou um esquema estruturado de compra, armazenamento e distribuição de entorpecentes, especialmente na região de Joinville. Com o avanço das apurações, os investigadores passaram a identificar também as engrenagens financeiras que sustentavam a atividade criminosa.

Investigação segue sob sigilo

O Gaeco informou que os materiais recolhidos passarão por perícia e servirão para aprofundar as apurações, identificar novos envolvidos e mapear possíveis ramificações do grupo criminoso. As investigações seguem sob sigilo judicial e novas informações poderão ser divulgadas após a liberação dos autos.

Com informações ND Mais