Segundo a denúncia do Ministério Público de Santa Catarina (MPSC), o réu obrigou a mulher a manter relações sexuais com ele por meses, entre outubro de 2015 e agosto de 2016, na residência da família.
O acusado aproveitava os momentos em que a esposa (filha da vítima) estava ausente para constranger a sogra, fazendo ameaças com facão e foice para obrigá-la a ter as relações. A instrução processual indicou que o réu intimidava a vítima, que frequentemente recusava os atos, dizendo que já havia sido preso e ficando nervoso.
Os fatos vieram à tona após a mulher, que frequentava o Centro de Atenção Psicossocial (Caps) do município, relatar os abusos aos profissionais de saúde, que acionaram a polícia.
O MPSC requereu a condenação do réu, e as teses foram acolhidas pela Justiça. Embora tenha sido condenado, o acusado teve o direito de recorrer da decisão em liberdade.


