Família Kindermann encerra atividades do futebol feminino e dispensa atletas após Libertadores

A partida contra o Santa Fé, da Colômbia, pelas quartas de final da Libertadores, no dia 12 de novembro, foi a última realizada pelo Avaí Kindermann. Depois de anos dedicados ao futebol feminino, a família Kindermann, de Caçador, decidiu encerrar as atividades. As 18 atletas que faziam parte do plantel e também a comissão técnica já foram dispensadas.

A decisão foi anunciada seis meses após a morte de Salézio Kindermann, presidente do clube e também gestor do Napoli – o dirigente faleceu no mês de maio. Além de mandatário, ele exercia outras funções, como tesoureiro, secretário e responsável pelas vendas e logística.

Ao assumir o legado de Salézio Kindermann, a família precisou cortar gastos e optou por encerrar as atividades do Napoli depois da eliminação no Campeonato Brasileiro. No caso do Avaí Kindermann, que tinha a disputa estadual e também da Libertadores pela frente, a decisão foi adiada.

O clube catarinense está garantido na primeira divisão nacional em 2022, mas pode enviar uma carta à Confederação Brasileira de Futebol (CBF) abrindo mão da vaga.

Desde 2019, Kindermann e Avaí firmaram parceria para as competições femininas. O clube de Caçador adotou o nome e também o uniforme da equipe de Florianópolis. Em razão do acordo feito entre Salézio Kindermann e Francisco Battistotti, o Leão da Ilha tem a preferência de ficar com o time.

– Se o Avaí não assumir, se mais ninguém quiser fazer a gestão e bancar a equipe, vamos enviar uma carta a CBF e dar seguimento aos tramites legais e burocráticos – disseram Daniel e Valéria Kindermann, genro e filha de Salézio Kindermann, respectivamente.

A informação foi publicada primeiramente pela jornalista Andrielli Zambonin, do portal SCC10, e confirmada pelo ge.

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